📅 Semana de 9 a 14 de Junho de 2026 · ⏱️ Leitura: 4 min
O mercado financeiro brasileiro fechou a semana com movimentos mistos, pressionado pela expectativa sobre a reunião do Copom e pelos dados de inflação acima do esperado. Veja o resumo completo e o que você deve observar na próxima semana.
📊 Ibovespa
O principal índice da B3 recuou 1,8% na semana, fechando em 128.340 pontos. A pressão sobre ações de commodities — Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4) — puxou o índice para baixo, enquanto bancos apresentaram estabilidade. Analistas apontam que o movimento é pontual e mantêm perspectiva positiva para o segundo semestre.
💡 Destaque: Petrobras (PETR4)
PETR4 caiu 3,2% após produção abaixo do esperado no 1T26. Mesmo assim, analistas mantêm perspectiva positiva para dividendos acima de R$ 3,50/ação no 2S26.
💰 SELIC e Juros
A taxa básica permanece em 10,75% ao ano. O mercado precifica 65% de probabilidade de manutenção na reunião de junho. Com a inflação ainda acima da meta de 3%, analistas dividem-se sobre possíveis cortes no segundo semestre. Para quem tem Tesouro Selic, o momento é positivo.
💵 Câmbio — Dólar
O dólar encerrou a semana cotado a R$ 5,48, alta de 0,9%. A valorização foi impulsionada pela aversão global ao risco e dados sólidos do mercado de trabalho americano, que reduziram as apostas em cortes de juros pelo Fed.
📈 Inflação (IPCA)
O IPCA-15 de maio registrou variação de 0,38%, acumulando 4,21% em 12 meses — acima da meta. Alimentos e habitação foram os principais vilões. O dado aumenta a pressão sobre o Banco Central para manter juros elevados por mais tempo.
📖 Sabedoria para a Semana
“Planos fracassam por falta de conselho, mas com muitos conselheiros há sucesso.”
— Provérbios 15:22
Em semanas de volatilidade, buscar informação de qualidade antes de agir é a decisão mais sábia.
🎯 O que Observar na Próxima Semana
- 📅 Reunião do Copom (18/06) — Decisão sobre a taxa SELIC
- 📊 IPCA de maio (final) — Confirmação da tendência inflacionária
- 🌎 Fed (EUA) — Ata pode impactar o câmbio
- 📈 Balanços do 1T26 — Temporada chega ao fim; atenção a bancos e varejo